Hotel Park Suites / Acajatuba Lodge

Caríssimo Ricardo,

Muito obrigada pela atenção e cuidado com que planejou nossa viagem à Manaus! As orientações e sugestões foram muito importantes para a tranqüilidade da nossa viagem, já que viajamos com nossos filhos de 7 e 9 anos.

Em relação ao hotel Acajatuba, todos os funcionários são muito atenciosos. O guia Leonardo e o barqueiro Tonho, não mediram esforços nos passeios para passar o que conheciam em relação à região. Não mediram esforços mesmo… Com chuva e com sol realizamos todos os passeios, e nos divertimos até embaixo de chuva! O único passeio que não gostei muito foi à Comunidade indígena. A visita a Vila, a casa de Caboclo, pesca de piranha, focagem de jacaré, passeio e churrasco na Cachoeira (embaixo de muita chuva!) foram ótimos!!!

Os passeios do Acajatuba são pontuais! Como sugestão para melhorar ainda mais o Hotel: manutenção urgente(!) no barco Maroa, e no próprio Hotel.

A região é encantadora, aos olhos e aos sentidos! Tudo é tão diferente do que costumamos ver e viver! Que saudades…

A viagem a Novo Airão é um pouco longa, mas vale à pena! A pousada da Dona Laura, é muito acolhedora, me senti na casa da Vovó, tem um café da manhã ótimo, com geléia e pães caseiros deliciosos (o pão de castanha que ela faz é uma maravilha!!!). O atendimento é dez!

A ida até lá vale pelo passeio para nadar e alimentar os botos. Nunca vou me esquecer da felicidade dos nossos filhos com esse passeio. Pena que perdi as fotos  Acho que nunca vou esquecer isso também!!!

Esta viagem nos ensinou muita coisa, para as crianças foi muito bom o contato com a natureza, com os animais, todos nós nos divertimos e aprendemos muito!!!

Em Manaus, nota 10 para: o povo (muito simpático!), para a piscina do Tropical Business (o que é aquilo? Simplesmente…M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A!), para o café Regional (me mande um sanduíche de queijo com Tucumã…), para a variedade de peixes (hummm!) e para o pessoal da Viverde 

Obrigada por tudo!!!

Sílvia e Douglas

Hotel Tropical / Encontro das águas

Olá Ricardo, tudo bom?

A viagem a Manaus chegou ao fim, mas continuei viajando. Vou responder por mim e Neusa.

Gostamos muito do Encontro das águas, mesmo com chuva. A agência foi muito profissional e o guia era ótimo. Particularmente, considero dispensável a parte do passeio de barquinho para ver sucuri, preguiça, tartaruga criados como animais domésticos pelos ribeirinhos. Fiquei entristecida ao ver aquelas crianças sob chuva levando seus animais para serem fotografados por turistas ávidos por “vida selvagem” e em troca recebiam uns trocados. Espero que eles não vivam dessa “esmola”. Do contrário, a indústria do turismo precisa trabalhar de forma diferente com aquelas pessoas. Afinal, é uma das partes do passeio que mais agrada os turistas…

Quanto ao hotel Tropical Ecoresort , foi adorável. Passamos uma semana em um hotel pouco estruturado na Isla Margarita e a comparação foi inevitável.

Nosso tempo em Manaus foi muito bem aproveitado. Fomos a muitos lugares e exploramos bem o centro, pena o taxi em Manaus ser tão caro, beirando a exploração.

Um abraço,

Barbara

Amazonas – Aulas de Amazonês

Primeiramente, você tem que treinar falar com as pessoas pegando nelas.

No braço, no ombro, no cotovelo. Mas tem de pegar. A linguagem corporal é tão importante para o amazonense, quanto o descanso o é para o baiano e a desconfiança para o mineiro.

Beijinhos de cumprimento são sempre dois. Os paulistas têm de aumentar um e os gaúchos têm de reduzir um. Isso pode causar uma série de beijos órfãos no ar para aqueles que estão em fase de adaptação. O pegar e o beijinho do amazonense não devem ser entendidos, grosso modo, como invasivos, mas como parte mesmo de sua enunciação,parte do sentido do dizer.

Outra coisa: amazonense aponta com a boca. Pergunte a um amazonense onde está algo e ele, muito provavelmente, em vez de levantar a mão e apontar, fará um biquinho em direção à coisa procurada. Aliás, um biquinho não, um beicinho.

Amazonense bom mesmo, típico, é aquele que não respeita sinais de trânsito.

Faixa de velocidade, então, vixe! Nem pensar. Muitos até fazem da faixa uma espécie de guia para centralizar seu carro, como fazem os aviões. E vá tentar andar na faixa? Você é considerado o pior motorista do mundo, com direito a olhares feios e até alguns xingamentos. Por outro lado, se seu carro quebrar,logo aparecem muitos amazonenses querendo dar uma mãozinha.

Amazonense é solidário. Muito. Pergunte e ele responderá.
Peça e ele lhe ajudará. Dê trela e ele grudará.

O amazonense é muito caloroso. Não só pelo calor que faz em Manaus, mas porque facilmente puxa papo e se integra a um grupo. Basta uma possibilidade de entrada na conversa e..zapt! estamos dentro, na maior intimidade. Isso pode causar certo choque para as pessoas do sul e sudeste, mais reservadas
no assunto amizade. É mais difícil “aprochegar-se” em São Paulo do que em Manaus, definitivamente.

Mas há doces exceções.

Noves fora essas questões de relacionamento, há a questão da língua mesmo. Algumas palavras e expressões que realmente levam algum tempinho para que sejam dominadas e internalizadas. Seguem abaixo algumas palavras e expressões típicas com suas explicações e comentários.

ÉGUA – Égua pode ser usado em várias situações.

Alguém faz algo que você não entendeu: “égua…” Uma situação estapafúrdia?
“Éééguaa, maninho…”

QUE SÓ – Locução adverbial de intensidade, similar a “pra caramba”.
Hoje está quente que só”. “Ela é lesa que só”. “A sala estava lotada que só”

LESO (A), LESEIRA – Um leso é alguém que sofre de leseira. Leseira é um abestalhamento momentâneo que acomete o leso. Se a leseira for uma característica contínua, dizemos que o leso sofre de leseira baré.

Segundo cientistas da Universidade de Kuala Lumpur, a leseira baré ocorre entre os amazonenses devido ao sol quente na moleira, que frita o cérebro e queima alguns neurônios. Temos ainda as expressões derivadas: “Deixa de ser leso!” e “Pára de leseira!”. Mas como tudo tem seus dois lados, dizem que o sol também causa nos amazonense algo chamado tesão de mormaço. Auto-explicativo.

AGORINHA – Diferentemente do uso no sudeste, agorinha quer dizer “há alguns segundos”, referindo-se ao passado e não ao futuro. “Ela estava aqui agorinha, mas sumiu”.

OLHA JÁ! – Expressão de indignação correspondente a “Mas que abuso!”.

“E aí, gata, me dá um beijo?” “Mas, olha já esse aí…Te manca!”

MANO(A) – Tratamento carinhoso entre conhecidos ou não. Muito usado para fazer perguntas e pedidos. “Mana, faz um favor pra mim”. “E aí, tudo bem, mano?”

MANINHO(A) – Tratamento não carinhoso usado por pessoas que já estão estressadas “maninho, tu não tem o que fazer não?”

MANAZINhA (O) – Tem o mesmo sentido de “maninha”, mas também usada como expressão carinhosa: “manazinha bora comigo ali no ponto>de ônibus?”

TELESÉ – é a mesma coisa que “tu é leso é?”

PITIÚ – Cheiro. Geralmente associado a peixe “Tá sentindo um pitiú danado aqui?”

BORIMBORA – Vamos embora. “A gente não tem mais nada a fazer aqui. Borimbora!”. Vumbora também tem o mesmo sentido.

MACETA – Grande, imenso, de proporções anormais. “Eu disse que ia lá brigar com ele e quando eu olhei o cara era maaaaaaaaaaceta. Saí fora…”

QUERIDA – Cuidado! Esse é um falso cognato. O uso da palavra “querida”.

Aqui em Manaus denota um certo sarcasmo ou uma certa ironia. “Escuta aqui, minha querida. Eu sou a mulher dele, entendeu?
” “Você não está entendendo,querido.? (Significa você é um burro!)

Iracema/Seaplane

Acajatuba Lodge

Hi Luciana,

Thanks for your email. We have just returned from our trip to Brasil, and we are very sad to be home in the freezing cold! We had a great time in the Acajatuba Lodgeand we were very impressed with it. Our guide, Leonardo was really knowledgable on the flora and fauna and was lots of fun to be around. He even helped me arrange a cake for my boyfriend’s birthday. All the other staff were really friendly and efficient aswell.

One last thing – they need to stock up on more limes for the caipirinhas – they ran out on our last night. (I think we maybe drank more than they had expected!!!)

Thanks for all your help in arranging this trip. We really had a fantastic time and hope to keep in contact with all the friends that we met at the lodge. We would definitely recommend the lodge to other people.

Regards,

Louise

Juma Lodge

Hi Luciana

Juma Lodge was great – very isolated, with beautiful rooms, friendly staff and animals at the lodge. The food was not great but acceptable and our guide was very knowledgeable. The only thing I would suggest is more free time. The visit to the local family was the one thing I would change – I would rather have had free time.

January was a good time to go because there were virtually no mosquitos and it was quite cool (though very humid).

Viverde´s service was great and saved us money as opposed to booking directly through Juma Lodge.

You can put this review on the blog if you wish.

Thanks,
Ross.